Obama Hentai!

15 Março, 2009 by Marcio Telles

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Para completar a trinca de notícias asiáticas: o presidente norte-americano Barack Obama fará mais uma aparição na Nona Arte. Desta vez, na maior indústria de gibis do mundo, a japonesa. Barack participará de Tonari no Taro-Kun (’Meu vizinho Sr. Taro’), publicada na revista erótica Kairakuten. Acontece que a série relata as peripécias sexuais do primeiro-ministro japonês, Taro Aso, um fã confesso dos mangás, e que já viveu no Brasil.

Na história do mês de Abril, Taro recebe a visita de um novo vizinho, o próprio Obama, que aparece pedindo uns ‘trocados’ acompanhado por Hillary Clinton e Joseph McCain. Ainda, Obama tem na testa o Urna, símbolo da iluminação budista.

Taro Aso em versão jogo hentai

Taro Aso em versão jogo hentai

Obama também é fã de quadrinhos e já apareceu em diversas histórias, inclusive na capa de uma edição recente do Homem-Aranha. Já o primeiro-ministro japonês, Taro Aso, além de sua série erótica, já possui inclusive um personagem em um jogo pornográfico chamado 真剣(マジ)で私に恋しなさい!! (Maji de Watashi ni Koi Shinasai!!), a ser lançado em 2009.

É legal notar que tanto Obama, quanto Aso, são personalidades nerds bem queridas pelo fandom.

O fanático por Obama que quiser encomendar o quadrinho pode fazê-lo aqui.

Quem quiser ver mais imagens (algumas explícitas) pode ver neste link.

Atriz coreana era escrava sexual de seus agentes

15 Março, 2009 by Marcio Telles

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Ok. Um post sério agora. Durante minha busca por vídeos insanos da TV japonesa, deparei com esta nota a respeito do suicídio da atriz sul-coreana Jang Ja-yeon. Seu corpo foi encontrado pela irmã, após Ja-yeon ter se enforcado no vão da escada semana passada. Segundo novos relatos, a atriz deixou uma nota ‘dando nomes aos bois’ e contando sua vida de escrava sexual nas mãos de seus agentes.

Em carta deixada pela atriz, ela relata que era obrigada a praticar sexo com os ricos e poderosos e era espancada caso se recusasse a obedecer seus ‘donos’. Ainda que o conteúdo da carta permaneça em mãos da família da atriz, as autoridades coreanas crêem que ele possa ajudar a investigação da indústria do entretenimento daquele país.

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O lado sujo do entretenimento coreano emergiu há alguns anos, quando atrizes divulgaram relatos afirmando que eram tratadas como escravas, para garantir às empresas retorno do investimento colocado sobre elas. Para arrecadar tais somas, as agências de talentos geralmente ‘alugam’ suas funcionárias para o alto escalão de políticos e empresários do país, como acompanhantes. Aquelas que queiram se ver livres de suas agências, são chantageadas para pagar entre três e cinco vezes a soma investida inicialmente em suas carreiras.

O próprio ex-agente de Ja-yeon falou com a imprensa sobre o assunto. Segundo ele, a atriz foi obrigada a manter relações sexuais com o promoter da agência de talentos. Ele também descreveu um episódio em que Ja-yeon foi espancada com garrafas de água cheias e ameaçada via mensagens de texto.

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O ex-agente pretendia colaborar com a polícia, porém permanece hospitalizado após uma tentativa de suicídio.

A morte de Jang Ja-yeon é o terceiro caso de suicídio de celebridades na Coréia do Sul nos últimos seis meses.

Deliver me from Japanese television…

15 Março, 2009 by Marcio Telles

Todos aqueles que falam mal da Globo, do SBT e da RedeTV! deveriam assistir aos canais de televisão japonesa, dese a NHK, a TV estatal japonesa, até os canais comerciais, como a Asahi TV. É um festival de programas idiotas com gente idiota e situações idiotas que não acaba mais. Parece que o objetivo da TV no Japão é fazer as pessoas pagarem o maior número de micos possíveis, talvez por ser um espaço público onde as rígidas regras da sociedade japonesa sejam deixadas de lado. Um espaço pro pessoal enlouquecer – como os barzinhos de karaokê de Tóquio.

Enfim, vai aí uma superseleção de vídeos das tevês japas, pra quem quiser conferir quadros que deixaram o Gugu envergonhado. Para aqueles que ainda pensam que a qualidade da TV de um país é resultante direta no nível cultural de uma população, é sempre bom lembrar que os japoneses lêem, em média, 16 páginas por minuto – ou 3,75 por segundo – e possuem a maior quantidade de papel impresso em circulação no mundo: só de mangás, a tiragem é de 3 bilhões de exemplares por ano. Quem lê tanto assim precisa se divertir… =)

Hugh Jackman e seus testículos esmagados...

Luta de crustáceos! Dá-lhe, camarão! \o/

Tetris humano!

Tetris do mal…

Lanchinho na esteira

Deslizando nas garotas (sensacional!)

Banheira do Gugu japa

Sai lista de episódios do 1º box de Jaspion

12 Março, 2009 by Marcio Telles

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Saiu a lista do primeiro box da Jaspion que a Focus Filmes vai lançar por aqui. A idéia da distribuidora é lançar dois boxes com todos os 46 episódios da série – mais ou menos como já fizeram com He-Man e She-Ra.

Seguinte: conheço uma penca de site com os links de Jaspion pra baixar, com qualidade DVD e dois idiomas (japonês e a dublagem brasileira original). Mas vamos prestigiar os caras da Focus. Assim, talvez, outros tokusatsus clássicos ganhem suas versões nacionais.

Segue a lista:

DISCO 01
01 – O Planeta de Edin
02 – O Triste Fim de Sakurá
03 – O Sonho do Menino Galáctico
04 – A Fúria do Pântano
05 – O Enigma da Flauta

DISCO 02
06 – Gordon em Busca da Mãe
07 – O Demônio da Montanha
08 – O Casal Fugitivo
09 – A História de uma Árvore
10 – O Ataque do Pirossauro

DISCO 03
11 – Perigo em Tsukuba
12 – A Profecia
13 – A Investida dos Aliados
14 – Perigo na Lagoa dos Noivos
15 – Sonho ou Ilusão? A Imagem dourada

DISCO 04
16 – Qual o Destino da Humanidade?
17 – O Mistério do Pássaro Dourado
18 – O Inimigo Imortal
19 – Alerta no Oceano

DISCO 05
20 – A Última Chance
21 – O Valente Garoto Jogador
22 – O Feitiço de Titânia
23 – O Monstro do Século

A estimativa é que a caixa custe R$ 99,90.

É cofre!

Clássico de Corman vai ganhar remake

12 Março, 2009 by Marcio Telles

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X: The Man With X-Ray Eyes, um dos grandes clássicos do diretor Roger Corman (conhecido por sua clássica frase ’se eu tiver 100 mil de orçamento, faço 10 filmes de 10 mil em vez de 1 de 100′) vai ganhar refilmagem pelas mãos do diretor de Extermínio 2 (28 Weeks Later), Juan Carlos Fresnadillo.

O filme conta a história de um médico que descobre um colírio que lhe permite enxergar através dos objetos. O side-effect do colírio é deixar a pessoa maluca. Tanto que ele acaba arrancando os próprios olhos…

Olha ( trocadilho intencional), com clássico não se mexe! Ainda mais quando se escala um diretor pra lá de chinfrim.

É esperar pra ver ( trocadilho intencional 2)… Bwahahahha!

Zatanna em Smallville

12 Março, 2009 by Marcio Telles
Zatanna
Zatanna

Pra lá de gatinha a Zatanna de Smallville. A personagem mágica da DC (e que ganhou destaque nos últimos anos, desde Crise de Identidade) será vivida na telinha por Serinda Swan.

Pra quem não tá ligado, Zatanna é uma das principais personagens com poderes mágicos do Universo DC (ao lado, talvez, de Constantine). Rostinho frequente nas aventuras de Batman, Superman & cia, chegou a fazer parte da Liga da Justiça em mais de uma ocasião. Na última, foi responsável por lobotomizar o vilão Dr. Luz, após o mesmo estuprar a esposa do Homem-Borracha e descobrir a identidade secreta de todos os membros do supergrupo. Isso inevitavelmente levou à mais uma crise fictícia do Universo DC e uma crise mercadológica da Editora DC.

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Zatanna é a filha de um herói da Era de Ouro dos Comics chamado Zatara. Ela deu as caras pela primeira vez nas HQs em 1964, numa história estrelada pelo Gavião Negro. Ela pode fazer praticamente o que bem entender, desde que pronuncie a ordem ao contrário!

Zatanna estreiará no episódio do dia 23 de Março, chamado Hex.

Já existe a Liga da Justiça completa no Smallville, e nunca tive coragem de assistir. Mas a Zatanna é uma das minhas personagens favoritas, talvez mude de opinião…

Até a próxima! Ou… “Amixórp a éta!” =D

Lesbian Vampire Killers

12 Março, 2009 by Marcio Telles
Carmilla

Carmilla

Rolou umas fotos das vilãs do filmaço (com um título desses, não poderia ser diferente) Lesbian Vampire Killers, a estreiar no dia 20 de Março lá na Inglaterra.

O filme britânico é uma paró

dia com os clássicos trashes de exploitation da década de 1970, de Jesus Franco (Vampire Lesbos) e companhia. Aliás, vampiras lésbicas é um dos principais temas dos filmes de terror desde sempre. É de 1936 o primeiro filme do gênero (!), A Filha de Drácula.

E do século XIX é a primeira vampira lésbica: Carmila, do clássico livro de J. Sheridan Le Fanu.

No site oficial, você pode fazer uma ‘lapdance’ particular com duas vampirinhas do filme!

Enfim, imperdível!

Confiram nos links:

Site Oficial

Trailer

http://www.lesbianvampirekillersmovie.co.uk/

Resenha> Cobra

29 Outubro, 2008 by Marcio Telles

Cobra é um dos clássicos da Sessão da Tarde e um dos filmes essenciais – na minha opinião – da longa e bem-sucedida – de novo, é a minha opinião – de Sylvester Stallone. Rodado em 1986, quando Stallone já começava seu distanciamento do grande público (Rambo II e Rocky IV foram produzidos um ano antes), Cobra segue o policial Marion “Cobra” Cobretti, ídolo do Zombie Squad, o baixo escalão da Polícia.

Na trama – baseada no livro Fair Game, de Paula Gosling – Cobra enfrenta uma organização criminosa chamada pela mídia de The Night Stalkers. Os outros detetives, principalmente Monte (Andrew Robinson), acreditam que o responsável por assassinar 16 pessoas até o começo do filme é apenas um homem. Porém, Cobra acredita se tratar de uma organização, o que depois se prova acertado.

Alguém tentando fazer uma leitura intelectual poderia dizer que se trata de uma crítica este contraponto entre o policial ‘de gabinete’ – no caso, Monte – e o policial com o bafo das ruas na cara – no caso, Cobra – que tem uma visão mais acertada do crime pois convive com a marginália. É claro, se alguém quisesse fazer uma leitura intelectual de algum filme, certamente não seria do Cobra.

Stallone emprestou o próprio carrro, um Mercury 1950, para as filmagens

Stallone emprestou o próprio carrro, um Mercury 1950, para as filmagens

As marcas características da interpretação de Stallone estão lá para o deleite de seus fãs: seu olho caído e sua voz de pamonha. Ele interpreta exatamente da mesma forma que faz em Rambo: não interpretando. Ainda assim, seu Cobretti é muito mais ‘machão’ do que o habitual, e uma metralhadora giratória de frases-prontas do tipo “você é a doença e eu sou a cura” ou “o tribunal é civilizado, mas eu não” que levam a torcida à loucura.

Além das belas frases-prontas (todo bom filme de ação tem de ter as suas), o ponto alto do filme é a atriz dinamarquesa Brigitte Nielsen (Ingrid) em sua terceira produção – os outros dois são Red Sonja, que protagoniza, e Rocky IV. Depois dessas pérolas do cinema americano, ela seguiria a linha trasheira, fazendo belos trabalhos como The Double 0 Kid, o clássico WIP-trash Chained Heat II e a bomba de FC Galaxis, além de estrelar com Eddie Murphy em Um Tira da Pesada 2 (Beverly Hill Cop 2). Aliás, momento fofoca: Stallone se apaixonou por Brigitte na época e saiu com ela… até descobrir que ela o traia com a sua SECRETÁRIA!

O filme recebeu seis indicações ao Framboesa de Ouro (Pior Filme, Pior Ator (Sylvester Stallone), Pior Atriz (Brigitte Nielsen), Pior Ator Coadjuvante (Brian Thompson), Pior Roteiro e Pior Revelação (Brian Thompson). E é o ápice da década Grim’n'Gritty (algo como ‘malvado e furioso’, os anos 80), com um protagonista mais anti-herói do que o habitual das outras produções – ele é ’salvo’ de cometer um assassinato à sangue-frio no último minuto – e um grupo de vilões que praticam a violência sem motivo aparente. Um verdadeiro clássico direto da lata de lixo Hollywoodiana! :)

Brigitte Nielsen, que traiu Stallone com a secretária

Brigitte Nielsen, que traiu Stallone com a secretária

Pérolas do Cobra

BANDIDO: “Vou explodir esse supermercado!”
COBRA: “Vai fundo, eu não faço compras aqui.”

COBRA: “Você é uma doença e eu sou a cura.”

COBRA: “Isso faz mal para sua saúde”
MALANDRO: “O quê? Cigarro?”
COBRA: “Não. Eu.”

DETETIVE MONTE: “Você sabe que tem um problema de comportamento?”
COBRA: “Sim, mas ele é pequeno.”

INGRID: “O que você faz para relaxar?”
COBRA: “Procuro por encrenca.”

ASSASSINO: “O Tribunal é civilizado!”
COBRA: “Mas eu não.”

COBRA: “É aqui onde a lei pára e eu começo.”

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Suburban Glamour

25 Outubro, 2008 by Marcio Telles

Completei hoje a leitura da mini em quatro edições Suburban Glamour, primeiro vôo solo de Jamie McKelvie, o desenhista da outra mini do selo Vertigo, Phonogram. Coincidentemente, as duas minis são muito semelhantes: inserem elementos mágicos num mundo repleto de referências ao pop e ao estilo de vida rocker, bebendo direto da foto do manifesto Pop Magick! escrito por Grant Morrison quando este trabalhava em Os Incríveis. No dito manifesto, Grant Morrison, um praticante declarado de magia do caos, diz para esqueceremos o jeito sisuso e polido de se fazer magia e transpor todos os elementos da cultura pop para dentro da magia – algo como orar por Cthullu, pedir bênção ao Mickey e enquanto se veste com os trajes da Barbarella.

Como só li o primeiro número de Phonogram, pois achei a história confusa, deixarei minhas comparações pararem por aqui. Só ressalto que me deu a impressão de que Phonogram tem mais história do que Suburban Glamour. E eu tinha expectativa com as duas, pois eram promessas de ‘histórias-em-quadrinhos-com-rock’n'roll”, uma mistura que sempre pareceu ter tudo a ver (Zenith, de Grant Morrison, explorou muitíssimo bem essa dupla, ainda que em um mundo descolado do nosso).

Aliás, uma breve sinopse: Astrid é uma garota prestes a fazer 17 anos que sonha em ser uma rockstar. Enquanto o sonho não vem, ela precisa aturar a vida monótona de uma pequena cidade do interior da Inglaterra, junto de seus amigos Dave e Chris. O que Astrid não sabe é que, no seu caso, o estranhamento típico de uma adolescente tem explicação – ela é a herdeira de um reino de fadas, escondida entre os humanos até completer seus 17 anos. Quando seu aniversário se aproxima, a fada Morgana, aprisionada a anos por sua irmã Titania, envia seus lacaios para ceifar a vida da sobrinha. Agora, ela contará com a ajuda de seus dois amigos imaginários de infância, que retornaram exclusivamente para auxiliá-la, e de uma misteriosa mulher chamada Audrey.

E é basicamente isto. O primeiro volume dedica-se exclusivamente a desenvolver os personagens. Toda a situação da herança de Astrid é explicada em uma única página no segundo número. O três lança um gancho com a volta dos pais da menina e o quarto conclui com um libelo rock’n'roll: o de que pais mágicos ou pais mundanos, os “velhinhos” sempre são pais e tentam nos encaixar em sua sociedade entediante, com suas normas de etiqueta e baldes de responsabilidade. Daria um bom rock.

Uma das coisas bacanas da mini é encontrar várias referências ao mundo pop moderno. McKelvie inseriu-se bem na cabeça dos garotos do colégio, tanto que são os dois personagens principais, Astrid e Dave, que carregam a fraca história nas costas. Fraca porque o elemento sobrenatural destoa completamente de todo o resto, chegando a ser dispensável – se a história se concentrasse no desenvolvimento de Astrid e Dave como garotos-emburrecidos-do-interior-sonhando-em-serem-astros ficaria mais interessante. Aliás, nunca torci tanto por um casal quanto torci por Astrid e Dave… E nada!

Ainda assim, é uma leitura leve, as duas personagens são cativantes, e a arte de McKelvie, agora com as cores de Guy Major, é fabulosa. Dá pra dar uma chancezinha. =)

Referências pop, como esta do pôster na parede, estão por toda a mini.

Referências pop, como esta do pôster na parede, estão por toda a mini.

Frase da Semana

24 Outubro, 2008 by Marcio Telles

FÍSICA:

“O que importa agora é a gravidade.”
- Capitão John Matrix, Comando Para Matar